A LGPD entrou em vigor: conheça suas diretrizes e objetivos.

A LGPD entrou em vigor: conheça suas diretrizes e objetivos.

Por equipe LiveOn

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), teve sua aprovação no ano de 2018, porém, somente neste ano foi implementada. Neste conteúdo, você saberá um pouco mais do que se trata, suas principais características e as mudanças propostas por essa nova lei.

O principal objetivo da LGPD, é trazer segurança para os usuários, com relação ao compartilhamento de dados via internet. Segundo a regulamentação, os dados recebidos devem ser armazenados e ter suas garantias quanto à segurança, podendo gerar penalidades em casos de vazamentos.

Com essa norma, a coleta de dados somente pode ser realizada mediante à aprovação do usuário, em todas as plataformas digitais, por conta de diversos episódios de exposição de informações nos últimos anos.

O crescimento da internet de tempos para cá, foi um fator determinante para que o número de cadastros online batesse recordes anuais, também alavancados pela pandemia no início de 2020, onde as pessoas por determinações governamentais, ou opções pessoais para proteção de contágio, ficaram em suas casas e assim, fizeram com que as vendas e consumo de conteúdos crescessem significativamente.

Essa expansão da rede acarretou em um problema crucial: a falta de responsabilidade no compartilhamento de dados por parte das empresas, o que fazia com que por diversas vezes, clientes recebessem vários conteúdos indesejados, comprometendo a reputação das empresas, não somente de quem dispara as mensagens, mas também de todas do segmento.

Quais os dados protegidos pela LGPD?

·         Dados pessoais: Nome completo, data de nascimento, RG, CPF, entre outros;

·         Endereço de IP;

·         Perfis pessoais;

·         Históricos e hábitos de compras.

Esses são alguns dos dados sensíveis, perante a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados). Órgão responsável por criar diretrizes e fiscalizá-las, saber se as empresas estão respeitando todas as regulamentações propostas pela agência.

Como fica o open banking?

O open banking vem com a grande proposta do compartilhamento de dados, já a LGPD com restrições a essa prática. Então, como os dois irão operar de maneira simultânea?  Pois bem, o open banking permite que os clientes compartilhem seus dados de uma instituição para outra, assim, quando um usuário possui conta em um banco e quer fornecer suas informações para outro, ele envia uma solicitação ao que deseja migrar e o mesmo solicitará a liberação para o primeiro, respeitando completamente as diretrizes da LGPD, quando permite apenas compartilhamentos autorizados pelos usuários.

Assim, tecnologia e segurança estarão na mesma sintonia, beneficiando os clientes e permitindo taxas atrativas para os bancos e propostas modulares, sempre com respaldo aos usuários com relação aos seus dados.

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